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Os números gravados na memória do computador podem ter diferentes análises matemáticas que geram diferentes formatos, o mais conhecido sendo o mapeamento cerebral. Como o assunto é muito extenso, após os princípios do qEEG vamos fornecer um modelo de como fazemos o mapeamento.Depois serão discutidas indicações, bases do qEEG e outros formatos.

       1 – Princípios do EEG quantitativo (qEEG)

       2 – Mapeamento cerebral – como fazemos

       3 – qEEG – indicações

       4 – qEEG – bases

       5 – qEEG – outros formatos


Esse módulo começa revendo algumas figuras que podemos encontrar durante um EEG, cuja importância se reveste de não errar a interpretação, sinalizando um valor patológico que elas não têm. Segue-se uma discussão sobre atividades periódicas, onde se encontram elementos com o maior valor diagnóstico do EEG. A aula final é um desafio: continuamos a olhar o EEG clássico ou vamos acrescentar mais canais e informações que podem ajudar o paciente?

                1 – Padrões de significado incerto ou Variantes benignas do EEG

                2 - Atividades Periódicas

                3 – EEG ou Poligrafia?


O maior interesse está nas epilepsias, onde é muito importante saber o que é ativação, como fazê-las e quais os melhores métodos quando se buscam determinadas formas.

             1 – Métodos de Ativação: definição e privação de sono

             2 – Métodos de Ativação – hiperpneia ou hiperventilação (HV)

             3 – Métodos de ativação – estimulação luminosa intermitente (ELI) ou fotoestimulação intermitente (FEI)

             4 – Outros métodos de ativação


Atividade irritativa, iniciando com a definição de paroxismos, normais e patológicos e noções de localização no EEG. Continuamos com exemplos de atividades epileptiformes, até de algumas crises no EEG e terminamos com a discussão sobre porque o EEG pode ser normal em epilepsia – algumas explicações.

            1 – Paroxismos. Noções de polaridade

            2 – Exemplos de atividade irritativa

            3 – EEG normal em epilepsia


Discute morte encefálica, regida por lei nº 9434/1997, que estabelece em seu artigo 3º: o diagnóstico da morte encefálica deve ser definido por resolução do Conselho Federal de Medicina – Resolução CFM 2.173/2017. Também comentamos sobre relações entre EEG e potenciais evocados na morte encefálica.

                1 – Reflexões sobre o diagnóstico de morte encefálica

                2 – Morte encefálica e Potenciais Evocados

                3 – Morte encefálica – aspectos particulares 


Para que serve conhecer as ondas lentas? Neste módulo iremos desde um simples alentecimento, passando por graus cada vez maiores de “sofrimento cerebral” até chegar à depressão difusa, perto do final. Conhecer as ondas lentas e fazer sua correlação com a clínica tem importância para avaliar gravidade, sugerir prognóstico e até orientar a terapêutica.

                1 – Atividades anormais no EEG – conceitos

                2 – Sofrimento cerebral – classificação e prognóstico

                3 – Sofrimento cerebral – classificação e prognóstico

                4 – Alteração de consciência e reatividade

                5 – Surto e supressão e Atenuações  

O conhecimento dos artefatos é de extrema importância na análise do EEG, para não “comermos gato por lebre”; inovações mostra um formato novo do EEG quantitativo de fácil aplicação prática e com vantagens didáticas e clínicas; no apêndice aprenda a usar esse formato; no final, a aplicação destas inovações em trabalho mostrado em congresso.

Aula 1 – Artefatos – definição

Aula 2 – Artefatos – testando conhecimento

Aula 3 – Inovações

Apêndice – Uso do CSA

Aula 4 – Congresso – uso clínico do IAA


Sem o objetivo de fazer um atlas, discutimos aspectos relevantes do EEG normal e do EEG em sonolência e sono; finalizamos com discussão de enorme interesse prático sobre o que é um EEG de emergência e como atender as necessidades de um hospital.

Aula 1 – EEG normal

Aula 2 – EEG em sonolência e sono

Aula 3 – EEG de emergência

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Não sabemos construir aparelhos de EEG, mas isso não deve nos impedir de conhecer aspectos básicos como relação sinal/ruído e vantagens do EEG digital; continuamos com as definições de referências, eletrodos ativos, montagens, finalizando com o significado de atividades e ritmos.

Aula 1 – Relação sinal-ruído e Instrumentação

Aula 2 – Vantagens do dEEG

Aula 3 – Referências, eletrodos ativos e montagens

Aula 4 – Atividades e ritmos

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Este módulo começa por aspectos técnicos, comoa formação da equipe edepois aspectos éticos; o registro começa com calibração e logo são discutidos eletrodos e seus contatos (impedâncias); é possível assistir a vídeo de colocação de eletrodos no sistema internacional 10-20%.

Aula 1 – Aspectos técnicos

Aula 2 – Aspectos éticos

Aula 3 – Calibração, Eletrodos e Impedâncias

Aula 4 – Sistema internacional 10-20% de colocação de eletrodos

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Na introdução perguntas e respostas focarão sobre o interesse e os benefícios do curso; seguem-se aulas de breve histórico, origem das ondas – bases neurofisiológicas do EEG e dicas de instalação do serviço, porque muitas vezes temos de nos mudar ou tentar se adaptar a instalações já existentes.

Aula 1– Introdução – Razões para o curso

Aula 2 – Breve histórico (EEG)

Aula 3– Origem das ondas – bases neurofisiológicas do EEG

Aula 4 – Instalação do serviço

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